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A automação inteligente está mudando os bastidores das operadoras de telecomunicações. A transformação é silenciosa, mas profunda. É o que mostra a professora Alessandra Montini, diretora do FIA Labdata, em sua coluna mensal no Tele.Síntese. O debate público sobre telecom costuma girar em torno da velocidade de conexão e da cobertura de rede. Mas a inteligência artificial já redesenha a forma como as operadoras gerenciam suas redes, longe dos holofotes. Redes modernas geram milhões de eventos por dia. O desafio não é mais coletar esses dados, e sim interpretá-los rapidamente, antes que pequenas falhas virem problemas para o cliente. É exatamente aí que a automação inteligente ganha protagonismo. Diferente da automação tradicional, que só executa tarefas programadas, ela combina inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise preditiva. O objetivo é identificar padrões e antecipar riscos, antes que o consumidor perceba qualquer impacto. Montini é especialista em Inteligência Artificial aplicada a negócios. Ela explica por que o setor de telecomunicações virou um dos maiores laboratórios de aplicação prática de IA no Brasil. E mostra o que muda quando a lógica da operação deixa de ser reativa e passa a ser preditiva. A coluna também aborda o papel dos profissionais especializados nesse novo cenário e os desafios de governança de dados que acompanham essa transformação.
Agentes de IA no e-commerce atuando na jornada de compra do consumidor
IA na concessão de crédito, análise de crédito com IA, modelos de crédito com inteligência artificial
Profissional de engenharia de dados monitorando pipelines que alimentam modelos de inteligência artificial

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