Isolados com celulares, cada vez mais somos reféns da solidão compartilhada

De acordo com Universidade Brigham Young nos Estados Unidos, a solidão mata mais pessoas do que a obesidade no mundo. Mas esse assunto parece até paradoxal em um mundo hiperconectado. Podemos falar com pessoas em vários países e cidades diferentes sem precisar sair de casa. Apenas com alguns toques no smartphone, somos levados a qualquer lugar por meio de mensagens de voz ou até mesmo chamada por vídeo.

Veja o artigo completo da nossa diretora Alessandra Montini UOL.

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