Grok e deepfakes expõem os limites da autorregulação das plataformas digitais

À medida que a inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a atuar como camada estrutural das plataformas digitais, a autorregulação mostra seus limites

A investigação sobre o uso do Grok, inteligência artificial integrada à plataforma X, trouxe à tona uma questão cada vez mais urgente: a integração acelerada de IA generativa nas redes sociais está avançando mais rápido do que os mecanismos de controle, governança e responsabilidade.

Quando ferramentas poderosas passam a operar dentro de plataformas com milhões de usuários e alto potencial de viralização, riscos antes pontuais se transformam em problemas sistêmicos.

A facilidade para gerar conteúdos sensíveis em segundos, a partir de comandos simples, amplia a escala do impacto e expõe as fragilidades do modelo atual de autorregulação adotado pelas big techs. Dados recentes reforçam que o uso indevido de IA e deepfakes já não é exceção, mas tendência crescente, com efeitos concretos sobre segurança, reputação e direitos.

Para aprofundar essa análise, leia o artigo na íntegra escrito por Alessandra Montini, Diretora da FIA Business School – Labdata, na Tele.síntese.

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