Recentemente, comprei uma TV que prometia vir com inteligência artificial, ou seja, ela teria uma capacidade de responder a uma grande quantidade de comandos de voz simulando um humano. Ela deveria imitar as funções cognitivas humanas, como compreender, “raciocinar” e resolver problemas. Imaginava que seria apenas enviar um comando de voz que a TV localizaria um aplicativo, conseguiria aumentar o volume, trocaria de canal, pesquisaria informações, recomendaria conteúdos e tantas outras funções.
Veja o artigo completo da nossa diretora Alessandra Montini UOL.