Carreiras de TI e compliance em 2026: nasce o engenheiro de governança

A tecnologia se tornou um campo onde decisões críticas são tomadas, riscos são amplificados e responsabilidades definidas.

A tecnologia deixou de ser apenas um suporte operacional e passou a ocupar o centro das decisões estratégicas das organizações. À medida que sistemas automatizados ganham autonomia, a discussão já não gira em torno apenas de eficiência, mas de responsabilidade, rastreabilidade e impacto. Em um cenário onde falhas tecnológicas podem gerar consequências jurídicas, financeiras e reputacionais, surge uma nova exigência para os profissionais de TI: governar, e não apenas construir.

Esse movimento redefine o papel da área de tecnologia e expõe os limites do profissional estritamente técnico. Em um ambiente regulatório mais rigoroso e com o uso crescente de dados e inteligência artificial, a governança deixa de ser um complemento e passa a ser um requisito de origem. É nesse contexto que novas competências começam a ganhar protagonismo e uma nova figura profissional se consolida no mercado.

Mas o que muda, na prática, nas carreiras de TI a partir de 2026, e quem estará preparado para assumir essa responsabilidade?

Leia o artigo completo, escrito por Alessandra Montini, Diretora da FIA Business School – Labdata, para a Febraban Tech, e entenda como a governança passa a definir o futuro da tecnologia.

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