IA, deepfake e abuso

O caso envolvendo o Grok, IA integrada à rede social X, investigado no Brasil por facilitar a criação de imagens sexualizadas falsas sem consentimento, marca um ponto de virada

A popularização da inteligência artificial generativa está mudando radicalmente o cenário da violência digital. Casos como o do Grok, ferramenta de IA integrada à rede social X e investigada no Brasil, revelam uma nova realidade: o abuso deixou de exigir conhecimento técnico e passou a estar ao alcance de qualquer pessoa, em poucos segundos.

A automação de deepfakes e a criação de imagens íntimas falsas ampliam a escala do dano e expõem um problema que vai além da tecnologia. O debate agora envolve ética, responsabilidade das plataformas, proteção de direitos e os limites da inovação quando não há salvaguardas suficientes. Os impactos atingem especialmente mulheres, crianças e adolescentes, evidenciando como a tecnologia pode reproduzir e intensificar desigualdades já existentes.

Mais do que uma discussão técnica, trata-se de um alerta urgente sobre governança da IA e o futuro das relações digitais.

Para aprofundar essa reflexão, leia o artigo na íntegra escrito por Alessandra Montini, Diretora da FIA Business School – Labdata, na Febraban Tech.

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