A economia digital brasileira avança com velocidade. Redes 5G, inteligência artificial e sistemas automatizados já influenciam crédito, políticas públicas, consumo e investimentos.
Mas essa transformação acontece sobre uma base desigual de conectividade.
Quando decisões passam a ser orientadas por dados, estar conectado deixa de ser apenas uma questão de acesso à internet — torna-se uma condição de representação econômica e social. Onde não há conexão de qualidade, não há geração consistente de dados. E onde não há dados, não há presença nos modelos que definem oportunidades.
O risco é estrutural: um país que automatiza decisões pode, sem perceber, reforçar assimetrias históricas se parte da população permanece invisível à lógica algorítmica.
Este texto é uma adaptação do artigo original de Alessandra Montini publicado no portal Tele.Síntese.
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